Participe da Campanha #SOUMAISSESSENTA

por Caroline Sampaio


O envelhecimento é um processo natural, porém, ainda assim, é visto como algo pejorativo na sociedade, como se o envelhecer fosse vergonhoso e necessitasse de uma intervenção para ocultar as características da senescência. Diante disso, construções socioculturais associam o ser velho como um fator de desutilidade e exclusão social, ideia que perdura desde a antiguidade em que, a imagem da pessoa velha era descartada e substituída pelo o que fosse novo. Em pleno século XXI, ainda é frequente os casos de preconceito e discriminação por idade, tanto em preferências curriculares, e um exemplo muito recorrente é a industria de cosméticos que produz e comercializa produtos Anti-idade que reforçam um padrão de representação da mulher jovial.

Falamos em mulher, porque a feminização da velhice é um agente predominante na população idosa, e consequentemente a mais afetada.

Neste caso, falar sobre o idadismo é necessário para compreendermos e reconhecermos a importância de conscientizar a população de que o termo velhice constitui uma série de marcos positivos, com o intuito de maximizar os ganhos e minimizar as perdas. A equipe do Programa USP60+, juntamente com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Aging 2.0 Brasil e Ativen-Envelhecimento Ativo, realiza a campanha do #SOUMAISSESSENTA, que ganhou formas e cores em estações de metrô da cidade de São Paulo, destacando a importância de combatermos qualquer ação discriminatória com a pessoa 60+. Faça parte deste movimento, acesse o site da campanha através do link a seguir e escreva seu depoimento. https://www.soumaissessenta.com.br/conte-sua-hist%C3%B3ria


#idosos #idadismo #preconceito #idade #saude #age #terceiraidade #qualidadedevida #respeito #bemestar #melhoridade #diversidade #longevidade

Caroline Sampaio Pereira

Graduanda em Gerontologia na Universidade de São Paulo. Foi monitora na oficina de Teatro da USP60+. Hoje, faz parte do programa USP60+ como gerenciadora de conteúdo e redação.


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